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Cerca de 75% dos clientes que adquiriram unidades da MRV no Rio Grande do Norte têm entre 21 e 30 anos, sendo que quase 75% do total são solteiros e estão em busca do primeiro imóvel. Além disso, 65% têm renda salarial de até 6 salários mínimos e adquiriam unidades entre os valores de R$ 125 a 170mil. É o que apontou um estudo realizado pela Construtora no primeiro trimestre deste ano.

Os financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) não sofreram mudança em suas condições.

O direto executivo comercial da MRV na Regional, Yuri Chain, observa que os jovens estão buscando independência cada vez mais cedo e essa é uma tendência nacional. “O público entre 21 e 30 anos, que está comprando o primeiro imóvel vê o apartamento próprio como o ponto de partida para formar uma família e por isso, tem buscado cada dia mais opções que agreguem segurança, lazer e localização”, analisa.

Como a maior operação da Construtora está dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida, onde as regras não sofreram alteração, as mudanças nas regras para SBPE e imóveis usados, o diretor espera que possa acontecer uma migração desta demanda para o programa MCMV, que oferece taxas de juros mais favoráveis. “O público jovem tem percebido que, através das condições do  Programa Minha Casa Minha Vida, as prestações de um imóvel próprio ficam menores que o valor do aluguel e assim, o sonho da casa própria”, analisa o diretor.

Apesar do período de retração do mercado e, independente das mudanças no sistema de financiamento, a construtora já trabalha com projeção de crescimento para 2015. “Esperamos um aumento na demanda por imóveis novos e na planta, sem grandes oscilações já que o público do Programa MCMV permanece interessado em adquirir imóveis e os índices de empregabilidade não estão tendo alterações significativas nessa faixa”, analisa o diretor.

Para este ano a principal fonte de recurso para crédito imobiliário será o FGTS e as operações do Programa Minha Casa Minha Vida. Isso ocorre por motivo da elevação da taxa Selic e do impacto da redução da captação da poupança.

Fonte Tribuna do Norte
Imagem: Divulgação/Internet

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