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A Sondagem das indústrias Extrativas e de Transformação do Rio Grande do Norte, elaborada pela FIERN, revela que o setor continua reproduzindo o desempenho oscilante da indústria nacional. No mês de julho, a produção industrial potiguar registrou queda mais intensa, contrapondo-se à moderação registrada no mês anterior. Acompanhando a queda na produção, o número de empregados também caiu.

A utilização média da capacidade instalada da indústria (UCI), por sua vez, permaneceu inalterada em 68% – mesmo patamar verificado em julho de 2016 -, mas ainda é considerado pelos empresários consultados como abaixo do padrão usual para o mês, comportamento que se repete initerruptamente desde setembro de 2011.

Observa-se, ainda, que os estoques de produtos finais caíram menos e continuaram abaixo do nível planejado pelo conjunto da indústria. Quando comparados os dois portes de empresas avaliados, verifica-se que, de uma forma geral as avaliações de recuo na atividade convergiram, permanecendo as divergências nas expectativas em relação aos próximos seis meses. Ou seja, as pequenas indústrias preveem queda nas compras de matérias-primas e estabilidade na quantidade exportada dos produtos, enquanto as médias e grandes esperam estabilidade e aumento nos dois indicadores, respectivamente.

Em agosto, as expectativas da indústria potiguar continuam otimistas com relação à demanda e à quantidade exportada nos próximos seis meses e estão pessimistas no que diz respeito ao número de empregados e às compras de matérias-primas. Já a intenção de investimento do conjunto da indústria manteve-se praticamente inalterada, porém ficou 1,4 pontos acima do índice de agosto de 2016.

Comparando-se os indicadores avaliados pela nossa Sondagem Industrial com os resultados divulgados dia 22/08 pela CNI para o conjunto do Brasil, observa-se que, de um modo geral, as opiniões convergiram, com a diferença de que os empresários nacionais reportaram estabilidade na produção. Além disso, apontaram que os estoques de produtos finais registraram leve aumento na passagem de junho para julho e estavam acima do nível planejado pelas empresas; e preveem aumento nas compras de matérias-primas nos próximos seis meses.

Fiern

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